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Pensamento Computacional

Pensamento Computacional

O pensamento computacional é um tema amplamente discutido nos últimos anos, mas suas bases remontam décadas atrás. Seymour Papert, considerado um dos fundadores do pensamento computacional, já abordava esse assunto na década de 80, mesmo antes de o termo ser cunhado. Suas ideias sobre educação e tecnologia o tornam um pioneiro essencial nesse campo.

Conteúdo

1. Seymour Papert

Seymour Papert (1928-2016) foi um renomado matemático, psicólogo, educador e pesquisador sul-africano. Ele é considerado o fundador do pensamento computacional é amplamente reconhecido por contribuições para a área de educação e um dos pioneiros na intersecção entre educação e tecnologia.

Papert desenvolveu suas ideias sobre educação e pensamento computacional na década de 80, muito antes de o termo "pensamento computacional" ser formalmente definido. Ele foi um defensor do construcionismo, uma abordagem pedagógica que enfatiza a construção ativa do conhecimento por meio da interação com o ambiente e o uso de ferramentas tecnológicas acessíveis.

Sua teoria explorou como as crianças podem aprender de forma mais significativa e criativa ao interagirem com computadores e tecnologia. Ele acreditava que o ensino do pensamento computacional poderia ser facilitado através do uso de ferramentas e linguagens de programação acessíveis.


2. Sua relevante contribuição para o pensamento computacional

Seymour Papert contribuiu significativamente para o desenvolvimento do pensamento computacional e sua integração na educação .Ele desenvolveu suas ideias sobre a importância do pensamento computacional como decompor problemas, reconhecer padrões, pensamento algorítmicos e abstração.

Reconhecimento de padrões: Embora Papert não tenha falado explicitamente sobre "reconhecimento de padrões" na maneira como é usado no pensamento computacional moderno, ele acreditava que a programação de computadores poderia ajudar as crianças a entender estruturas complexas e identificar relações entre elas. Isso está intimamente relacionado à ideia de reconhecer padrões, que é a habilidade de identificar tendências, regularidades ou sequências em dados.

Decomposição: Na visão de Papert, decompor problemas em partes menores era uma parte essencial da resolução de problemas. Ele acreditava que, ao programar um computador para resolver um problema, as crianças aprenderiam a decompor esse problema em partes menores e mais gerenciáveis, um processo que é um elemento central do pensamento computacional.

Pensamento algorítmico: Papert foi um dos primeiros a reconhecer que as crianças poderiam aprender a pensar algoritmicamente ao aprender a programar. Ele via a programação de computadores como uma maneira de as crianças entenderem e implementarem sequências lógicas de ações para resolver problemas ou realizar tarefas. Isso está intimamente relacionado à ideia de pensamento algorítmico, que é a capacidade de expressar problemas e suas soluções de tal maneira que um computador - ou uma pessoa - possa implementar.

Abstração: Abstração é a capacidade de identificar e extrair padrões ou características essenciais de uma situação ou objeto, simplificando-o de forma que ele possa ser entendido de maneira mais geral. É uma habilidade crucial não apenas na programação, mas também em muitas outras áreas do pensamento e do aprendizado. No entanto, a programação pode ser uma ferramenta eficaz para ensinar as crianças a abstrair.

Papert também defendeu o uso da programação e da resolução de problemas computacionais como formas de desenvolver habilidades de pensamento lógico, criativo e sistemático em crianças.

Ele acreditava que o ensino do pensamento computacional poderia ser facilitado através do uso de ferramentas e linguagens de programação acessíveis, como a linguagem Logo, que ele co-criou. Papert argumentava que as crianças poderiam aprender a pensar de forma mais lógica, criativa e sistemática por meio da programação e da resolução de problemas computacionais.


3. Aprendizagem construcionista

A aprendizagem construcionista, proposta por Seymour Papert, é uma abordagem educacional que enfatiza o envolvimento ativo dos alunos na construção do conhecimento, usando computadores e tecnologia para promover uma educação mais personalizada e centrada no aluno.

No construcionismo, os professores atuam como facilitadores e mentores, apoiando os alunos em projetos individuais e incentivando a colaboração e a criação coletiva de conhecimento. O "fazer" é valorizado como uma forma profunda e significativa de aprendizagem, enquanto a tecnologia é vista como uma ferramenta poderosa para facilitar esse processo.

Além disso, o construcionismo destaca a importância do contexto e da motivação na aprendizagem, permitindo que os alunos sejam protagonistas de sua própria educação. Essa abordagem tem influenciado educadores e pesquisadores, reconhecendo a importância de desenvolver habilidades de pensamento computacional e aplicá-las no currículo educacional.

Ele apresenta três princípios fundamentais:

Aprendizagem ativa: Os alunos aprendem melhor quando estão envolvidos em atividades práticas, criativas e significativas. Ao realizar projetos e explorar suas próprias ideias, eles têm a oportunidade de internalizar conceitos de forma mais profunda e contextualizada.

Tecnologia como ferramenta de aprendizagem: O uso de tecnologia, especialmente computadores e programação, é visto como uma ferramenta poderosa para apoiar a aprendizagem construcionista. A tecnologia permite que os alunos criem, experimentem e coloquem em prática suas ideias de maneiras que antes não seriam possíveis.

Papel do professor como facilitador e mentor: No construcionismo, o professor não é apenas um transmissor de conhecimento, mas sim um facilitador e mentor. Ele trabalha ao lado dos alunos, apoiando-os em seus projetos, estimulando a reflexão e incentivando a colaboração entre os estudantes.

O construcionismo não é apenas uma teoria, mas também uma abordagem prática aplicada à educação. É uma forma de conceber a aprendizagem que tem sido implementada em diversos contextos educacionais ao redor do mundo, incluindo escolas, makerspaces, laboratórios de inovação e outras instituições de ensino. O objetivo é capacitar os alunos a serem protagonistas de sua própria educação, estimulando sua criatividade, autonomia e pensamento crítico.


4. Suas principais obras

Seymour Papert escreveu vários livros ao longo de sua carreira, nos quais ele explorou suas ideias sobre educação, tecnologia e pensamento computacional. Alguns dos seus livros mais conhecidos incluem:

The Children's Machine: Rethinking School in the Age of the Computer (1993)

Papert fala sobre a transformação do sistema educacional por meio da integração da tecnologia, especialmente dos computadores, no processo de aprendizagem. Papert propõe uma visão revolucionária em que as escolas devem ser redesenhadas para se adaptar ao mundo digital e permitir que as crianças se tornem protagonistas ativas do próprio aprendizado.

O livro enfatiza os seguintes pontos-chave:

Aprendizagem construcionista: Papert defende que as crianças aprendem melhor quando têm a oportunidade de construir seu conhecimento ativamente, envolvendo-se em projetos e atividades significativas. 

Ele enfatiza que as crianças podem aprender conceitos complexos e desenvolver habilidades cruciais através da exploração criativa e da resolução de problemas com o auxílio das tecnologias, em especial, dos computadores.

Tecnologia como ferramenta cognitiva: Papert vê a tecnologia, especialmente a computação, como uma poderosa ferramenta cognitiva que pode melhorar a maneira como as crianças pensam, criam e resolvem problemas. Ele argumenta que o computador pode ampliar a mente da criança, permitindo a construção de conhecimento de maneira mais rica e significativa.

Personalização da aprendizagem: O autor enfatiza que a tecnologia pode oferecer uma aprendizagem personalizada, adaptada ao ritmo e às necessidades individuais das crianças. Ele acredita que as escolas devem aproveitar as capacidades dos computadores para permitir uma abordagem mais personalizada e centrada no aluno.

Papel do professor: Papert desafia a visão tradicional do professor como transmissor de informações e enfatiza o papel do educador como um facilitador, mentor e guia no processo de aprendizagem. O professor é encorajado a trabalhar junto com os alunos e a desempenhar um papel de apoio na exploração de projetos e interesses individuais.

Colaboração e comunidades de aprendizagem: O livro enfatiza a importância da colaboração e da criação de comunidades de aprendizagem, onde as crianças podem se envolver em projetos conjuntos, compartilhar ideias e construir conhecimento coletivamente.

Em resumo, "The Children's Machine" apresenta uma visão ousada e inspiradora sobre o potencial transformador da tecnologia na educação, destacando a importância de repensar o sistema escolar e adaptá-lo à era digital, capacitando as crianças a se tornarem aprendizes autônomos, criativos e colaborativos.


Constructionism: Research Reports and Essays (1985-1990)

É uma coletânea de artigos e ensaios escritos por Seymour Papert e seus colaboradores durante o período de 1985 a 1990. O livro explora o conceito de "constructionism" (construcionismo), uma abordagem pedagógica proposta por Papert, que enfatiza o aprendizado por meio da construção ativa e significativa de projetos e artefatos.

Principais pontos abordados no livro:

Definição do construcionismo: O livro apresenta uma definição clara do construcionismo, que é uma extensão da teoria construtivista de Jean Piaget. No construcionismo, acredita-se que o conhecimento é construído ativamente pelo aprendiz enquanto ele se envolve na criação e na construção de objetos, artefatos ou projetos.

A importância do fazer: Papert destaca a importância do "fazer" na aprendizagem. Ele argumenta que quando as pessoas estão envolvidas em atividades práticas e criativas, elas aprendem de forma mais profunda e significativa.

Tecnologia como meio para o construcionismo: O livro explora como a tecnologia, especialmente o uso de computadores e programação, pode ser uma ferramenta poderosa para facilitar o construcionismo na educação. Os autores discutem como o uso de computadores pode capacitar os alunos a se engajarem em projetos complexos e a construir conhecimento de maneira mais efetiva.

Aprendizagem centrada no aluno: O construcionismo valoriza uma abordagem centrada no aluno, onde os estudantes têm a oportunidade de escolher e desenvolver projetos de acordo com seus interesses e paixões individuais.

Aprendizagem colaborativa: O livro também destaca a importância da colaboração e do trabalho em equipe no processo de construcionismo. Os autores enfatizam como os estudantes podem aprender uns com os outros, compartilhando ideias e resolvendo problemas em conjunto.

Em suma, "Constructionism: Research Reports and Essays, 1985-1990" é uma obra que explora e fornece evidências para a abordagem construcionista de aprendizagem, mostrando como o envolvimento ativo dos alunos na criação e construção de projetos pode levar a uma aprendizagem mais profunda e significativa. Além disso, o livro destaca a importância do uso da tecnologia, como os computadores, para apoiar e enriquecer essa abordagem educacional.


The Connected Family: Bridging the Digital Generation Gap (1996)

É um livro escrito por Seymour Papert e colaboradores, com foco na relação entre diferentes gerações no contexto da revolução digital. O livro explora como a tecnologia, especialmente os computadores e a internet, afeta a dinâmica familiar e oferece insights sobre como as famílias podem se adaptar à era digital para aproveitar os benefícios da tecnologia de forma positiva.

Principais pontos abordados no livro:

Impacto da tecnologia na família: O livro explora como a introdução da tecnologia, como computadores e dispositivos digitais, pode afetar as dinâmicas familiares. Ele destaca tanto os benefícios, como a conectividade e acesso à informação, quanto os desafios, como o potencial isolamento social e o impacto nos relacionamentos familiares.

Geração digital: O conceito de "geração digital" é explorado, destacando como as crianças e adolescentes da época, que cresceram em um ambiente digital, têm uma relação natural e diferente com a tecnologia em comparação com seus pais e avós.

Aprendizado em família: O livro destaca a importância do aprendizado em família, onde os membros compartilham o conhecimento e as habilidades relacionadas à tecnologia. O papel dos pais como facilitadores do aprendizado e como modelos positivos é enfatizado.

Comunicação e conexão: Os autores exploram como a tecnologia pode ser usada para melhorar a comunicação e a conexão dentro da família, permitindo uma comunicação mais rápida e eficaz entre os membros, mesmo que estejam distantes fisicamente.

Limites e equilíbrio: O livro ressalta a importância de estabelecer limites adequados para o uso da tecnologia na família, garantindo que ela não substitua as interações pessoais ou prejudique outras atividades essenciais.

Envolvimento dos pais: Os autores incentivam o envolvimento dos pais no mundo digital de seus filhos, compreendendo suas atividades online e ajudando-os a navegar de forma segura e responsável na era digital.

Em resumo, "The Connected Family: Bridging the Digital Generation Gap" é um livro que explora como a tecnologia influencia as relações familiares e fornece orientações práticas sobre como as famílias podem abraçar a tecnologia de forma equilibrada e benéfica, promovendo o aprendizado mútuo e a conexão entre diferentes gerações em um ambiente digital em constante evolução.  

Mindstorms: Children, Computers, and Powerful Ideas (1980)

O livro "Mindstorms: Children, Computers, and Powerful Ideas", escrito por Seymour Papert e publicado em 1980, apresenta uma abordagem inovadora para a educação, enfatizando o uso de computadores como ferramentas poderosas para promover a aprendizagem construcionista e o pensamento criativo em crianças. 

Principais pontos do livro:

Aprendizagem construcionista: Papert propõe a aprendizagem construcionista como uma extensão do construtivismo, enfatizando que as crianças aprendem melhor quando constroem ativamente o conhecimento através de projetos significativos e interativos.

Logo: Papert destaca a linguagem de programação Logo como uma ferramenta essencial para permitir que as crianças expressem suas ideias e criem projetos gráficos na tela do computador. A "tartaruga" gráfica é utilizada para ensinar conceitos matemáticos e lógicos de maneira visual e envolvente.

Exploração criativa: O livro promove a ideia de que a tecnologia pode desencadear a criatividade das crianças, permitindo que elas experimentem e resolvam problemas de forma independente e autônoma.

Aprendizagem personalizada: Papert enfatiza a importância de oferecer às crianças oportunidades de aprender de acordo com seus interesses e ritmo de aprendizado, permitindo que cada aluno encontre seu próprio caminho de exploração.

Potencial transformador da tecnologia: O livro mostra como a tecnologia pode revolucionar a educação, proporcionando experiências de aprendizagem mais significativas, colaborativas e envolventes.

Em suma, "Mindstorms" é uma obra pioneira que destaca a importância da aprendizagem construcionista e do uso criativo da tecnologia, especialmente a linguagem de programação Logo, para empoderar as crianças no processo de aprendizagem. O livro influenciou profundamente a educação e a promoção do pensamento computacional ao longo dos anos, defendendo uma abordagem centrada no aluno e criativa para a aprendizagem.


5. Conclusão

O legado de Seymour Papert ainda influencia muitos educadores e pesquisadores, que reconhecem a importância de desenvolver habilidades de pensamento computacional desde tenra idade e integrá-las ao currículo educacional.

Suas ideias sobre construcionismo e o uso de tecnologia como ferramenta de aprendizagem influenciaram significativamente a maneira como a educação é concebida e implementada.

Seus livros e escritos continuam a inspirar educadores e pesquisadores a adotar abordagens mais centradas no aluno e a reconhecer a importância do pensamento computacional no processo de aprendizagem.

O trabalho de Papert continua a ser uma fonte de inspiração para aqueles que buscam preparar os alunos para um mundo cada vez mais tecnológico e complexo.


6. O que é o Pensamento Computacional


7. Jeannette Wing

Jeannette Wing, nascida em 1956 em Taiwan e criada nos Estados Unidos, se destaca como uma renomada cientista da computação e pesquisadora ativa na área de ciência da computação e inteligência artificial. Com uma carreira significativa e prolífica, ela se consolidou no cenário global por suas contribuições para o avanço da ciência da computação, assumindo posições de destaque tanto na academia quanto na indústria.

Wing foi responsável por popularizar o termo "computação centrada em dados" e deixou sua marca em áreas como linguagens de programação e verificação formal. Além disso, dedicou-se à criação de algoritmos eficientes para solução de problemas complexos e ao desenvolvimento de pesquisas em inteligência artificial. Entre os cargos importantes que ocupou, destacam-se o de Professora de Ciência da Computação na Carnegie Mellon University e de vice-presidente corporativa da Microsoft Research.

Por suas notáveis contribuições, Wing recebeu diversos prêmios e reconhecimentos durante sua carreira. Sua visão e pesquisas influenciaram o desenvolvimento de tecnologias e sistemas de computação em diversas áreas.


8. Sua contribuição para a educação

Ao abordar a educação, Jeannette Wing se destacou por promover e popularizar o conceito de "pensamento computacional". Este conceito, que inclui habilidades como decomposição de problemas, identificação de padrões, abstração, algoritmos e pensamento lógico, tornou-se um elemento essencial na resolução de problemas complexos em diferentes áreas.

Em 2006, Wing publicou o influente artigo "Computational Thinking", onde defendeu que o pensamento computacional deveria ser uma habilidade básica para todos, assim como a leitura, a escrita e a aritmética. Além disso, Wing trabalhou incansavelmente para incluir o pensamento computacional no currículo escolar, começando desde a educação infantil.

Sua defesa enérgica do pensamento computacional alavancou a criação de programas de educação e iniciativas que visam incorporar esse pensamento em diversas disciplinas e níveis educacionais. O trabalho de Wing se tornou uma fonte de inspiração para educadores, pesquisadores e políticos, que passaram a enxergar o pensamento computacional como uma habilidade essencial para o século XXI.


9. Considerações finais

A contribuição de Jeannette Wing para a educação transcendeu as fronteiras da ciência da computação. Ao focar na importância do pensamento computacional, um conceito primeiramente proposto por Seymour Papert, Wing destacou como este conjunto de habilidades – incluindo decomposição de problemas, identificação de padrões, abstração, algoritmos e pensamento lógico – é valioso para todos, independentemente de suas áreas de especialização.

Wing enfatizou o potencial do pensamento computacional para expandir nossa compreensão de diversos campos do conhecimento, mostrando como uma abordagem computacional poderia ser aplicada em diversas áreas. Ela influenciou diretamente a educação em ciência da computação, a educação interdisciplinar, a preparação para o futuro e a inclusão digital, sempre reiterando a relevância do pensamento computacional.

Graças aos esforços de Jeannette Wing, o conceito de pensamento computacional, inicialmente concebido por Papert, ganhou maior visibilidade e reconhecimento, moldando o cenário educacional e promovendo as competências digitais. Portanto, é indiscutível que sua contribuição tem sido fundamental na definição da ciência da computação como uma ferramenta indispensável para lidar com os desafios de um mundo cada vez mais digitalizado.


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